Brigida participou da bab de 2013 quando fizemos um trabalho em parceria. Os registros de “A coleta da maresia” em Búzios, aconteceu na Praia dos amores. Suave e terno o tempo ali se dava na incidência vaporosa do mar no silêncio daquele lugar oculto, uma praia entre as pedras. #brigidabaltar #brígidabaltar

apocalipse-se, bienal no fim do mundo @_danieltoledo

a bienal no fim do mundo chega em meio de temporada com @andresheikarte @livia__flores @naluacunha @_danieltoledo @susanaspadaccini e participação de @felippemoraes

fimdemundo, bab 2022 @felippemoraes @armandomattos_studio

espaço entre @_danieltoledo e @naluacunha @andresheikarte e os novos desenhos de @livia__flores

Segundo dia na bienal do fim do mundo, o futuro de @daniel toledo e a visita de @felippemoraes

a 2a edição da bienal no fim do mundo 2022 conecta @_danieltoledo @naluacunha @andresheikarte @livia__flores @susanaspadaccini em residência artística

a bienal no fim do mundo 2021 | 2022 é a primeira atividade presencial da bab bienal realizada após a retração da pandemia da covid-19. dela já participaram os artistas felippe morais , néle azevedo, luciano bogado, marta jourdan, ricardo becker e fernando gerheim. em setembro chegam a búzios para a terceira edição do evento os artistas andré sheik, analú cunha, lívia flores, daniel toledo e susana spadaccini

a bab bienal propõe modos alternativos de vivência criativa em meio a natureza. um programa de residência artística que planeja e facilita o desenvolvimento de projetos in situ. um espaço de celebração e convivência que promove oficinas de criação através do babLAB divulgando suas atividades e resultados por meio da publicação babEl artmag.

entre 01 e 06 de setembro a bab realiza a segunda edição da bienal no fim do mundo com a residência de cinco artistas convidados

esta edição da bienal no fim do mundo abraça a possibilidade de intimidade e espontaneidade, e reflete sobre o potencial transformador da vida e suas relações enquanto a pandemia do COVID-19 suspendeu os ritmos da vida cotidiana e causou a perda de muitos, agora estamos testemunhando um processo acelerado de normalização, seja forçada ou voluntária estar em residência não é apenas revisitar as coisas como eram pré-pandemia, mas ter consciência dos valores e condições mais intensamente vivenciados em tempo de pandemia: da intimidaude e da necessidade, do desconhecido e da capacidade de adaptação, além de perceber outras possibilidades de viver e se relacionar com o mundo

a bienal no fim do mundo abraça a possibilidade de intimidade e espontaneidade, e reflete sobre o potencial transformador da vida e suas relações enquanto a pandemia do COVID-19 suspendeu os ritmos da vida cotidiana e causou a perda de muitos, agora estamos testemunhando um processo acelerado de normalização, seja forçada ou voluntária estar em residência não é apenas revisitar as coisas como eram pré-pandemia, mas ter consciência dos valores e condições mais intensamente vivenciados em tempo de pandemia: da intimidade e da necessidade, do desconhecido e da capacidade de adaptação, além de perceber outras possibilidades de viver e se relacionar com o mundo a 2a edição 2022 traz para residência em búzios os artistas analu cunha, andré sheik, susana spadaccini, daniel toledo e livia flores.

tapete vermelho para a inspiração | bab bienal 2022 | 15 anos

a bab bienal retomou suas atividades presenciais em outubro de 2021 quando os protocolos da Covid já estavam flexibilizados. foi o momento para reconectar parcerias e lançarmos o projeto bienal no fim do mundo com a presença dos artista néle azevedo e felippe moraes e da crítica sylvia werneck

marta jourdan in ‘fabulações, sonhos e eclipse em caravelas’ na bienal no fim do mundo

Marta Jourdan, bab residência artística ‘a bienal no fim do mundo’ 2022

Fernando Gerheim, bab residência artística ‘a bienal no fim do mundo’ 2022

Durante a residência em búzios Marta seguiu por caminhos diversos, como lhe é de costume, coletando informações pra seus arquivos, também diversos, aos quais incorporou sua bagagem, aquilo que ela coletara antes, suas memórias de imagens - coisas, coisas q podem servir as vezes como frases, as vezes como sinais, pontos, vírgulas ou exclamações em poética de percursos, caminhos à percorrerem os olhos, a se mergulhar o corpo todo. É verdade havia a água a sussurrar seu hino em fonte.@babbienal