a bienal no fim do mundo 2021 | 2022 é a primeira atividade presencial da bab bienal realizada após a retração da pandemia da covid-19. dela já participaram os artistas felippe morais , néle azevedo, luciano bogado, marta jourdan, ricardo becker e fernando gerheim. em setembro chegam a búzios para a terceira edição do evento os artistas andré sheik, analú cunha, lívia flores, daniel toledo e susana spadaccini

a bab bienal propõe modos alternativos de vivência criativa em meio a natureza. um programa de residência artística que planeja e facilita o desenvolvimento de projetos in situ. um espaço de celebração e convivência que promove oficinas de criação através do babLAB divulgando suas atividades e resultados por meio da publicação babEl artmag.

entre 01 e 06 de setembro a bab realiza a segunda edição da bienal no fim do mundo com a residência de cinco artistas convidados

esta edição da bienal no fim do mundo abraça a possibilidade de intimidade e espontaneidade, e reflete sobre o potencial transformador da vida e suas relações enquanto a pandemia do COVID-19 suspendeu os ritmos da vida cotidiana e causou a perda de muitos, agora estamos testemunhando um processo acelerado de normalização, seja forçada ou voluntária estar em residência não é apenas revisitar as coisas como eram pré-pandemia, mas ter consciência dos valores e condições mais intensamente vivenciados em tempo de pandemia: da intimidaude e da necessidade, do desconhecido e da capacidade de adaptação, além de perceber outras possibilidades de viver e se relacionar com o mundo

a bienal no fim do mundo abraça a possibilidade de intimidade e espontaneidade, e reflete sobre o potencial transformador da vida e suas relações enquanto a pandemia do COVID-19 suspendeu os ritmos da vida cotidiana e causou a perda de muitos, agora estamos testemunhando um processo acelerado de normalização, seja forçada ou voluntária estar em residência não é apenas revisitar as coisas como eram pré-pandemia, mas ter consciência dos valores e condições mais intensamente vivenciados em tempo de pandemia: da intimidade e da necessidade, do desconhecido e da capacidade de adaptação, além de perceber outras possibilidades de viver e se relacionar com o mundo a 2a edição 2022 traz para residência em búzios os artistas analu cunha, andré sheik, susana spadaccini, daniel toledo e livia flores.

tapete vermelho para a inspiração | bab bienal 2022 | 15 anos

a bab bienal retomou suas atividades presenciais em outubro de 2021 quando os protocolos da Covid já estavam flexibilizados. foi o momento para reconectar parcerias e lançarmos o projeto bienal no fim do mundo com a presença dos artista néle azevedo e felippe moraes e da crítica sylvia werneck

marta jourdan in ‘fabulações, sonhos e eclipse em caravelas’ na bienal no fim do mundo

Marta Jourdan, bab residência artística ‘a bienal no fim do mundo’ 2022

Fernando Gerheim, bab residência artística ‘a bienal no fim do mundo’ 2022

Durante a residência em búzios Marta seguiu por caminhos diversos, como lhe é de costume, coletando informações pra seus arquivos, também diversos, aos quais incorporou sua bagagem, aquilo que ela coletara antes, suas memórias de imagens - coisas, coisas q podem servir as vezes como frases, as vezes como sinais, pontos, vírgulas ou exclamações em poética de percursos, caminhos à percorrerem os olhos, a se mergulhar o corpo todo. É verdade havia a água a sussurrar seu hino em fonte.@babbienal

Sem programa definido de antemão de forma a configurar uma hierarquia o que a bab propõe é o deslocamento de território. E o que te espera na ultrapassagem da fronteira está em aberto à exploração dos sentidos. Pode ser a natureza ou você mesmo na troca, no compartilhar da convivência criativa.

Em outubro de 2021 a bab iniciou seu projeto ‘bienal do fim do mundo’ Felippe Moraes que participou de outros projetos da bab em 2009 e 2013 inaugurou ao lado de Nèle Azevedo e Sylvia Werneck a sede da residência artística.

A bab é um programa de residência artística com sede própria em meio a APA do Pau Brasil, em buzios_rj. Sua proposta para a convivência coletiva entre artistas privilegia as atividades e projetos que contemplem a experiência com o entorno, com meio ambiente. Sua implantação teve início Em 2007 quando @armandomattos_studio participou do programa de intercâmbio Rede Nacional de Arte Visuais que trouxe para Búzios a primeira atividade da bab, a oficina ‘Arte como fotografia’ com a artista Denise Gadelha. De lá pra cá mais de uma centena de artistas brasileiros e internacionais já vieram pra Búzios convidados pela bab bienal.

Residência artística em meio a APA do Pau Brasil, em Armação do Búzios

A bab é um programa de residência artística com sede própria em meio a APA do Pau Brasil, em buzios_rj. Sua plataforma para a convivência coletiva entre artistas privilegia atividades e projetos que contemplem a experiência com o entorno, com meio ambiente. Sua implantação teve início em 2007 quando @armandomattos_studio participou do programa de intercâmbio Rede Nacional de Arte Visuais que trouxe para Búzios a primeira atividade da bab, a oficina ‘Arte como fotografia’ com a artista Denise Gadelha. De lá pra cá mais de uma centena de artistas brasileiros e internacionais já vieram pra Búzios convidados pela bab bienal.

A bab bienal agora tem sede própria e recebe artistas para aplicação de projetos que se conectem com o meio ambiente. Nossa localização e em meio a APA do Pau Brasil.

Meu Doce Rio foi escrito em Paris por Lygia Clark em 1975. A sugestão de sua leitura durante essa ‘bienal no fim do mundo’ veio de Marta Jourdan ao coletivo de artistas em residência aqui, em Búzios.

Pensando alto em foto de Luciano Bogado

@ricardobecker04 fez sua primeira ação na praia de José Gonçalves junto com @bogadolucianomattos. Essa praia possui uma beleza exuberante, ela é bem afastada das praias mais famosas da península de Armação dos Búzios. Tal como a Praia da Rasa sua história é marcada por tráfico de escravos, devido ao desembarque clandestino dos navios negreiros no local. O nome da praia vem de um destes traficantes de escravos, ele se chamava José Gonçalves, e utilizava a área como atracadouro secreto para receber os escravos negros que vinham da África. A praia pequena e selvagem, pois, fica dentro da Reserva Ecológica das Emerências – e o acesso é feito pela estrada Búzios / Cabo Frio. Três quilômetros após o Pórtico de Entrada da cidade chegam-se ao bairro que batiza à praia. Deste ponto, são cerca de dois quilômetros de estrada asfaltada e um quilômetro em estrada de terra.